Prazer,
lhe apresento uma pequena insensata
e nem sempre muito normal
ás vezes é necessário alguns devaneios e delírios para sobreviver à vida.
Esse meu coração que se alaga pelo desengano
e emerge em fantasia
segue sobrevivendo ao acaso
ás minhas loucuras em querer-te bem
além de mim perto a ti
em descompasso e encarno este pequeno vive.
Ô coração insensato que pulsa inflama arde
peço-te somente que voe, voe sem medo
voe em alento, encanto, compasso
torna-te brisa em minha alma
abrande o desatino feito por outro igual a ti
por outro que destruiu-te por inteiro
por outro que esqueceu de ser coração.
Ô coração torna-te gelo e revoga teu desatino
torna-te fogo e transforma-te em cinzas ou arde em chamas e sobrevive,
esquece das farpas e traz-me a suavidade de um novo coração
ô meu pequeno, sobrevive, sobrevive e não esqueça de se esquecer
destes que te fizeram tanto mal
destes que por ventura quiseram te ensinar a ser pedra,
mas meu pequeno que bom que ainda te tenho junto à mim
que bom que permaneces por inteiro só coração mesmo que ainda aos cacos.
Gabriela Andrade
Oi, Gabriela!
ResponderExcluirFico feliz em saber que você finalmente resolveu escrever um pouco da sua história... A mais bela de todas as histórias é a nossa, aquela quq vqmos construindo no dia a dia. Não tenha medo. Escreva sempre pois sei já de muito que sua sensibilidade poética é muito grande, que sua história há de ser um grande e lindo poema. Beijo!
Alguém me disse:" que sua história há de ser um grande e lindo poema..."
ResponderExcluirTalvez, não tão grande e nem tão lindo, mas certamente composto por linhas de mim,tento preenche-las com suavidade, deixo-me em versos, em subentendido de um entendido de sentidos...Estas tais linhas entregam-me por inteiro, por meio e por fim de um fim sem final, de um chegar de começos... Gabriela Andrade
Obrigada Gabriel, vc como sempre gentil...
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