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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Novo


 
Que o novo traga o renovo

Sonhos,
Planos,
Detalhes que só agente importa de se importar,
O jeito sem jeito de se arriscar,
De jogar limpo num jogo mais que sujo, que alguém fez a questão de sujar,
Que as esperanças possam passar menos medo, elas não machucam, só são feias e parecem perigosas porque poucos se deixam nas esperanças que o pensamento ensina e a vida tira.
É preciso coragem para viver, é preciso coragem para se deixar no outro e para o outro.
Falo de CORAGEM, coragem de poeta que mesmo exposto, deixado em linhas de aparentes fraquezas possui medo, não medo em deixar-se à todos, mas medo de não emocionar à todos.
Não à poesia sem emoção, não a poeta sem emoção, costumo dizer que o compositor escreve pensando na melodia e o poeta só escreve pensando na emoção que exalas quando alinha seus sentidos, quando alinha seu coração nas linhas que escreve, nas linhas que se deixa sem restrição, há de ser por isso que as poesias tornam melodias da vida.
Há de ser por isso que a poesia serena toca os ouvidos, fala ao corpo ilumina o olhar, há de ser por isso que a poesia não “carece” de pretensões, ela não termina pronta, não nasce com rumo, ela acontece, chega como chuva, chega como aquele amor moço, tristeza repentina, riso solto.
A poesia meus caros vem sem intenção, abrolha do ramo seco, da terra sem chuva, do dia sem sol, da fonte chamada emoção alinhada no essência de cada poeta que só sabe compor suas linhas, que só sabe entregarem-se em linhas escritas a punho, escritas por sentidos de um “tal”, chamado coração.
Gabriela Andrade

 

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